quinta-feira, 25 de junho de 2009

Sol da Meia-noite: Estocolmo em festas


Vista da capital da Suécia, cidade construída em meio às águas e ao verde. Canais, lagos, parques e jardins embelezam Estocolmo.


UMA EXPERIÊNCIA INCRÍVEL


Na véspera de um jogo entre as seleções do Brasil e da Suécia, em Estocolmo, o momento era de festas. O calendário marcava 23 de maio de 1973 e o verão estava começando naquela região norte da Europa. As ruas de Estocolmo estavam lotadas. Restaurantes e bares empurravam mesas para as calçadas, como nas ruas de São Paulo e do Rio. O clima era agradável, não tão quente como o do verão brasileiro. Mas não estava frio. As pessoas buscavam lugar nas mesas e pediam cervejas.

Como repórter da Folha de S. Paulo, eu acompanhava a excursão da Seleção Brasileira e iria passar a primeira noite na capital sueca. Noite? Juntei-me a vários outros jornalistas que, como eu, já haviam enviado as notícias do dia para seus jornais. A claridade nos enganava. Pensávamos que fosse 19 ou 20 horas. Na verdade, já passava das 22 horas. E nada de escurecer. Era dia claro. Decidimos jantar. Depois, ficamos conversando no restaurante.

Às 23 horas o panorama era absolutamente igual. Só que aumentava o número de pessoas nas ruas. Nas praças estavam instalados vários quiosques repletos de mesinhas, equipados com som. As músicas alegres eram tocadas e as pessoas cantavam. Cantavam e bebiam. Bebiam e cantavam.

Lá pelas 23h30 escureceu um pouco. Os brasileiros tiveram a impressão que seria a hora do pôr-do-sol. Foi tudo muito rápido, porém. Minutos após, clareou novamente. Era o Sol da Meia-noite o motivo da festa. Estocolmo parecia em dia de carnaval. Gente cantando, dançando, comemorando. E as festividades se seguiram “em plena luz do dia”... ao longo da madrugada. Chegou a manhã e a festa continuou. Como no Brasil, há sempre quem exagera na bebida e acaba causando vexame ou dormindo no chão. Em Estocolmo não é diferente.

O fenômeno conhecido como Sol da Meia-noite (foto) é totalmente ignorado dos brasileiros, que vivem em um país tropical. O Brasil está localizado um pouco abaixo do Trópico de Câncer entre a linha do Equador e após o Trópico de Capricórnio. Já a Suécia – como a Noruega e a Finlândia – está localizada sob o Círculo Polar Ártico.

Devido à inclinação do eixo da Terra em relação ao plano do Sol, em todas as regiões localizadas próximas ao Círculo Polar Ártico, durante o verão, acontece o Sol da Meia-noite, que nada mais é que um prolongamento do dia. Nessa estação do ano nunca escurece, como nos trópicos. Somente nos meses de março e setembro é que o dia e a noite se assemelham aos dos trópicos – tanto o dia quanto a noite duram 12 horas.

As regiões próximas ao Círculo Polar Ártico passam aproximadamente três meses do ano sem noite durante o verão – originando o fenômeno chamado Sol da Meia-noite – e três meses sem Sol durante o inverno, época em que o Sol permanece abaixo da linha do horizonte. Trata-se da noite polar, que permite o aparecimento da Aurora Boreal ou Luzes do Norte.

A Aurora Boreal origina-se nas camadas mais elevadas da atmosfera e ocorre quando as partículas elétricas que vêm do Sol se aproximam da Terra e são atraídas por seu corpo magnético. Quando alcançam a atmosfera, essas partículas se chocam com os átomos de oxigênio e nitrogênio, e produzem radiação no comprimento da onda. Isso gera um verdadeiro espetáculo, formando um céu multicor. Se no Polo Norte e regiões próximas acontece a Aurora Boreal, no Polo Sul, extremo oposto, há a Aurora Austral em quase toda a Antártica.

Não é fácil descrever o fenômeno astronômico conhecido como Sol da Meia-noite. Mas há um link no qual, mediante apresentação de imagens sequenciais, esse fenômeno é esclarecido. As imagens falam mais do que mil palavras. Eis o acesso, fruto de pesquisa de meu amigo Antonio Lait:
http://www.fc.up.pt/pessoas/psimeao/recursos/OSoldaMeia-Noite.pps

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Aceita um cafezinho?


Quem recusa um café? A grande maioria dos brasileiros curte. Sou daqueles que não resiste ao paladar de um bom café. Aquele aroma fantástico dá água na boca!

Do primeiro "espresso", o bom apreciador nunca esquece. Foi em Roma, em uma dessas muitas viagens a trabalho. Achei ótimo. Também curti muito os cafés parisienses. Ao contrário, detestei o “chafé” norte-americano.

Já em Buenos Aires, o máximo é ir ao Gran Café Tortoni (Avenida de Mayo, 829), fundado em 1858. Um ambiente requintado, tradicional, histórico, frequentado por Carlos Gardel na década de 50. Visita imperdível, como a que fizemos Mara e eu em maio de 2009.

Em São Paulo, agradável mesmo é pedir um café e dar uma espiada nos jornais diários, sentado nas confortáveis poltronas do Santo Grão, local também preferido do companheiro jornalista Ricardo Kotscho, que o adotou como ponto de encontro.

Mas, para abordar sobre café, convidamos Vanessa Mills (foto), que absorveu os conhecimentos de barista em sua temporada em Auckland, na Nova Zelândia. Na volta a São Paulo, ela soube pelo seu sogro, Carlos Henrique, que o neozelandês Marco Kerkmeester havia aberto uma cafeteria nos Jardins. A intenção era apenas fazer uma visita ao local, mas do encantamento pelo lugar surgiu o interesse por uma vaga de barista. Publicitária, pós-graduada pela ESPM em gestão de negócios com ênfase em marketing, Vanessa, casada com o também publicitário Alexandre Olivetto, descobriu no Santo Grão a possibilidade de unir duas paixões: marketing e café. Hoje ela é responsável pelo desenvolvimento do produto café e sua distribuição, além do marketing e a comunicação da marca Santo Grão. Quem é Vanessa? É minha filha.



OS CAFÉS ESPECIAIS

Você já teve a oportunidade de experimentar um café gourmet? Já sentiu a diferença entre um café tradicional e um café especial? Cada pessoa tem um paladar e experiências diferentes.

Um café especial está intimamente ligado à dedicação do produtor e ao controle de qualidade. Além do toque pessoal, obviamente existem quesitos, como a alta tecnologia, que fazem parte do processo, como também a diferença na bebida.

Se fizermos o teste de provar um café tradicional em seguida a um café gourmet, poderemos comparar os atributos entre eles, como a acidez, amargor, doçura, corpo, aroma e aftertaste (retrogosto). Assim definiremos de qual deles mais gostamos e qual é o nosso paladar. O importante é saber qual mais apreciamos para podermos escolher.

Com a chegada dos cafés especiais, surgiu a profissão de barista. Trata-se de um profissional especializado em cafés de alta qualidade, cujo principal objetivo é alcançar a "xícara perfeita". Ele também trabalha criando novos drinks baseados em café. Deve ser profundo conhecedor de todas as fases da vida do café, desde o cultivo da planta, etapas de processamento e beneficiamento do grão, de torra e moagem, além, é claro, dos detalhes da extração da bebida, seja em máquinas de espresso ou em outros métodos de preparo.

Barista (baristi no plural [masculino] e bariste [feminino]), em italiano) refere-se ao atendente de um bar.

Em todo o mundo a designação de barista passou a ser usada para os profissionais que atingiram um nível superior de conhecimento no preparo de bebidas. É o equivalente ao sommelier do vinho, para o mundo do café; um profissional altamente habilidoso, capaz de identificar os mais diversos matizes e variações na degustação da bebida final, de prepará-la corretamente nas mais variadas formas, além de ser capaz de desenvolver cartas de drinks próprios.

O ponto de torra e moagem, o processo de preparação, a qualidade dos ingredientes (grão, água, leite e açúcar) e, o mais importante, a mão do barista, fazem uma enorme diferença na qualidade da bebida servida.

No café, como no vinho, cada região produtora tem uma característica diferente. Através das combinações de grãos de diferentes regiões, elabora-se um Blend. Criar um Blend é ter a arte de combinar cafés com características complementares. Essas combinações visam equilibrar e valorizar as melhores qualidades de sabor, aroma, corpo e aparência.

Agora, convido você a fazer esta experiência. Experimente e sinta o seu paladar!

Bons cafés....

Vanessa Mills
vanessa@santograo.com.br
Santo Grão
www.santograo.com.br
Tel / Fax: + 55 11 3082 9969
Rua Oscar Freire 413
São Paulo - Brasil

O plantio de café, primeira etapa do longo processo.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Tabu no futebol em Kinshasa

A GUERRA DAS LARANJAS
CONTRA O FEITIÇO BRASILEIRO



Em um hábil jogo político, aspirando a médio prazo o poder máximo no futebol mundial, o dirigente esportivo brasileiro João Havelange, então presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), enviou para países africanos uma seleção paulista de jogadores novos (sub-18). Isso ocorreu em 1967. Anteriormente, Havelange havia feito o mesmo com equipes famosas do Brasil, como o Santos de Pelé e o Botafogo de Garrincha. As excursões tinham como objetivo mostrar o futebol brasileiro – à época bicampeão mundial – para a África. Era o inicio de um intercâmbio visando dar melhores condições ao esporte das nações africanas. Em contrapartida, no futuro, Havelange contaria com apoio quando das eleições à presidência da Fifa. O esquema deu certo e o brasileiro foi eleito em 1974 (desbancou o inglês Stanley Rous) justamente com os votos dos países africanos e sul-americanos. Permaneceu no poder até 1998, por 24 anos.

Em um dos amistosos africanos, a seleção paulista jogou contra os Leopardos, a seleção do Zaire, hoje República Democrática do Congo. Estádio ficou lotado. Na tribuna de honra, o presidente Mobutu Seze Seko, que se manteve no poder durante décadas, vivendo no luxo de sua mansão na capital do Zaire, Kinshasa, ou no seu castelo no interior da França – enquanto o povo passava fome. Mobutu vestia-se de calças e jaleco cáqui. E, apesar do calor de 42 graus daquela tarde ensolarada, usava na cabeça um gorro de pele de leopardo que se transformou em sua marca.

Na equipe brasileira, alguns jogadores que posteriormente viriam a ser nacionalmente conhecidos. Como o goleiro Raul Marcel, do Palmeiras, durante anos reserva de Leão; o meio-de-campo Tião, que formou dupla com Rivellino, no Corinthians; zagueiro Luís Carlos Gualter, do Corinthians, que chegou à Seleção Brasileira; e o atacante Basílio, da Portuguesa, que depois defendeu o Corinthians e foi autor do gol da vitória sobre a Ponte Preta, no Morumbi, em 1977, garantindo o título paulista ao Timão após 23 anos de fila.

Eu acompanhava a excursão como jornalista. Embora repórter e não fotógrafo, resolvi fazer algumas fotos do jogo para o Diário Popular. Fiquei próximo ao goleiro do Zaire, esperando pelo ataque dos paulistas. Aos poucos, a equipe brasileira foi crescendo de produção, passou a dominar a partida e a pressionar constantemente o time africano. Logo depois surgiu o gol. De Toninho, que chegou a ser titular do São Paulo posteriormente.

O gol brasileiro deixou os torcedores nervosos. O público reclamava bastante, gritava. Eu não sabia o porquê de tanto barulho. Após o gol, percebi. Os torcedores começaram a gritar “tabu” e a atirar muitas laranjas em minha direção. Antes que resolvessem trocar as frutas por pedras, deixei o local, acompanhado por militares do exército de Mobutu. Foi idéia do ditador a minha retirada de trás do gol do Zaire, como garantia contra acidentes. Mudei de lado: fui ficar atrás do gol defendido por Raul. E ninguém mais reclamou. Até porque os Leopardos empataram o jogo.

Na verdade, os torcedores africanos acreditavam que eu estivesse fazendo algum feitiço contra os Leopardos. Afinal, eu era branco, estrangeiro, como a maioria dos jogadores da equipe visitante. Ao contrário dos atletas da seleção local e do povo que lotava o estádio. Daí os protestos e a exigência para que eu abandonasse a proximidade da área do time do Zaire. Felizmente nada de mais grave aconteceu. Mas, confesso, fiquei muito assustado com os gritos da multidão e com a chuva de laranjas em minha direção. Fui salvo por Mobutu, que permitiu que eu saísse em uma foto com ele antes do início do jogo (ver acima).

O DITADOR – A seleção paulista foi embora deixando atrás o ditador Joseph-Desiré Mobutu (foto), que trocou o nome para Mobutu Seze Seko Kuku Ngbendu wa Zabanga (que significa “o todo-poderoso guerreiro que, por sua resistência e inabalável vontade de vencer, vai de conquista em conquista, deixando fogo à sua passagem”) quando assumiu o poder em 24 de novembro de 1965 após armar um golpe militar apoiado pelos Estados Unidos. Cinco anos antes, seu país tornou-se independente da Bélgica (era conhecido como Congo Belga) com o sucesso do movimento de Patrice Lumumba, primeiro-ministro esquerdista. Os pontos de vista de Lumumba despertaram nos EUA o temor de uma expansão da influência soviética na África. Assim, o novo líder foi assassinado em janeiro de 1961 com a ajuda da CIA, o serviço secreto norte-americano, que mais tarde apoiou Mobutu quando ele tomou o Zaire.

Mobutu ficou no poder por 32 anos e tornou-se milionário por meio de três métodos: roubar os cofres públicos do Zaire, receber “comissões” de empresários ocidentais e desviar ajuda externa para projetos sociais. Chegou a acumular fortuna de US$ 4 bilhões, de acordo com informações do Financial Times, citando cálculos do FMI e do Departamento de Tesouro dos EUA. O ditador insaciável foi deposto em maio de 1997 pelo líder rebelde e seu antigo inimigo político de mais de 30 anos Laurent-Desiré Kabila. Mobutu fugiu do Zaire e foi morar em várias propriedades que tinha na Europa, debilitado por um câncer de próstata. Não resistiu à doença e morreu em 1998.

Kabila foi assassinado em 2001 por seu guarda-costas, que apoiava forças rebeldes, em meio a uma guerra civil. Seu filho, Joseph, de 30 anos, foi nomeado presidente. Em quatro anos de conflitos étnicos regionais, os mortos chegaram a três milhões, de acordo com cálculos de organizações de direitos humanos. Até hoje o Congo vive em crise.

Vista de Kinshasa, capital da República Democrática do Congo (ex-Zaire), na África.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Paixão argentina


Puerto Madero: docas recicladas, edifícios futuristas...


Sempre curti viajar. E, felizmente, a carreira de jornalista me proporcionou muitas viagens, por todos os cantos do mundo. Recentemente tive a chance de retornar a Buenos Aires e não pensei duas vezes. Mara e eu arrumamos as malas e fomos para a Argentina. Ao contrário do que ocorreu anteriormente, não era uma viagem de três dias, daquelas em que você embarca na sexta-feira e volta no domingo (como é comum no destino Buenos Aires para brasileiros). Tivemos a oportunidade de ficar na capital argentina por dez dias. Foi ótimo.

Mas quem pode falar sobre a Argentina é a Priscila. Brasileira, ela nasceu em São Paulo, estudou Comunicação Social, é sommelier, vegetariana, e ama conhecer pessoas. Adora caminhar, comida saudável e viajar pelo mundo. Ao contrário de Priscila, Emanuel nasceu na Argentina, ama Sociologia, é chef de cozinha e cinéfilo Sua paixão é a fotografia e registrar com sua câmara os melhores momentos de sua vida. Também como Priscila adora viajar.

Priscila e Emanuel se conheceram em Auckland, na Nova Zelândia, em 2002, e foram aprofundando seu amor a cada viagem que fizeram juntos. Acreditam que visitar outros paises abre nossas mentes e que cada contato com outras culturas e costumes modifica a maneira de ver o próximo. Consideram que o maior tesouro que guardam de suas viagens são os amigos que foram conquistando.

Agora Priscila e Emanuel se sentem meio brasileiros, meio argentinos e um pouco do mundo! Eles vivem em Buenos Aires. Construíram a Argentinique, uma consultoria de turismo feita especialmente para brasileiros que gostam de curtir os ares portenhos. É da Priscila o texto abaixo. Quem é Priscila? Minha filha.


BUENOS AIRES,
TÃO PERTO E
TÃO DIFERENTE...



Paseo Recoleta: feirinha, artezanato, curtição.

Casa Rosada: a sede do governo argentino.

Museo Belas Artes: uma visita cultural imperdível.

Calle Florida: visita obrigatória para quem quer comprar.






Em primeiro lugar, não há coisa mais gostosa do que viajar. Descobrir novos lugares, culturas e costumes diferentes. Cada experiência nos enche a alma e nos faz mais abertos ao mundo do que somos hoje.

Desta vez, nos jogamos num avião e, duas horas e meia depois, estamos em Buenos Aires. Uma cidade charmosa, eclética e repleta de história. Logo no começo, o tratamento que recebemos das pessoas nos faz sentir bem e, aos nossos olhos, tudo é diferente e nos desperta a vontade de explorar.

“Las callecitas de Buenos Aires tienen ese qué sé yo...”, diz a letra do famoso tango de Enrique Santo Discépolo.

E é “ese qué sé yo” o que faz desta cidade um destino único. Tradicional e vanguardista, a grande metrópole oferece distintas experiências a partir de seus vários bairros.

San Telmo e todo seu vintage clássico que jamais sai de moda, super descolado. Muita música, arte por todos lados, barzinhos e pessoas do mundo todo; Palermo com seu estilo trendy e fashion, muitos restaurantes, lojas, feiras de design de roupas, hotéis boutique e uma onda “muy argentina”; El Abasto oferecendo toda a sua personalidade tangueira e autêntica; o Centro com todo sua história, Casa Rosada e os famosos passeios pela rua Florida; La Boca, pitoresca, marca em suas ruas toda a tradição de Buenos Aires e também sede de La Bombonera (estádio do Boca); o bairro da Recoleta, sempre refinado e elegante; Puerto Madero, as docas recicladas, construções futuristas, restaurantes e comércio sofisticados; e finalmente, todo o carisma cultural e distinto de Belgrano...

Há infinitas possibilidades e diversas opções para conhecê-la e percorrê-la. Muito fácil mover-se de um lado para outro de Buenos Aires. É uma cidade plana, ou seja, pode-se caminhar de um bairro para outro, as linhas de metro são abrangentes e o táxi continua sendo muito barato.

Buenos Aires é uma cidade surpreendente. Casa de Evita, de Carlos Gardel e Maradona.

Eleita pelos turistas como o melhor destino cosmopolita da América do Sul, Buenos Aires é uma cidade apaixonada, latina e européia ao mesmo tempo, onde se mesclam o tango, o futebol, o vinho, as melhores carnes assadas e as empanadas, as mais importantes atividades culturais, as intermináveis saídas noturnas e passeios de grande beleza natural e arquitetônica.

De tantas vezes que vim passear por essa charmosa cidade, acabei ficando por aqui e adoro Buenos Aires.

Quem precisar de dicas sobre esta “hermosa” cidade, é só escrever.
Abraços,

Priscila Mills
priscila@argentinique.com
www.argentinque.com

San Telmo: nada melhor para as manhãs de domingo.